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Divindade e existência de Jesus - 2

                      Divindade e existência de Jesus   Do livro "O Sublime Peregrino" - Ramatís CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIVINDADE E EXISTÊNCIA DE JESUS  PERGUNTA: — Podereis referir alguns aspectos e detalhes, quanto ao critério dessa separação em duas ordens distintas?  RAMATíS: — O "trigo" e as "ovelhas" simbolizam os da "direita" do Cristo: são os pacíficos, altruístas, humildes e compassivos, representantes vivos das sublimes bem-aventuranças do Sermão da Montanha. O caso é semelhante ao que se processa num jardim, quando o jardineiro decide arrancar as ervas daninhas que asfixiam as flores; e, em seguida, aduba a terra, a fim de obter uma floração sadia e bela. O outro grupo de espíritos situados à "esquerda" do Cristo, referidos na profecia como sendo o "joio" ou os "lobos", compõem-se dos maus, dos cruéis, avarentos, irrascíveis, orgulhosos, egoístas, hipócritas, luxuriosos ou ciumentos. Semelhantes à erva dani...

Divindade e existência de Jesus - 1

  Do livro "O Sublime Peregrino" - Ramatís CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIVINDADE E EXISTÊNCIA DE JESUS  PERGUNTA:  — Que dizeis a respeito do dogma católico, que afirma ter sido Jesus o próprio Deus encarnado, feito homem para salvar a humanidade?  RAMATfS: — Em verdade, Jesus é o Espírito mais excelso e genial da Terra, da qual é o seu Governador Espiritual. Foi também o mais sublime, heróico e inconfundível Instrutor entre todos os mensageiros espirituais da vossa humanidade. A sua encarnação messiânica e a sua paixão sacrificial tiveram como objetivo acelerar, tanto quanto possível, o ritmo da evolução espiritual dos terrícolas, a fim de proporcionar a redenção do maior número possível de almas, durante a "separação do joio e do trigo, dos lobos e das ovelhas", no profético Juízo Final já em consecução no século atual.